sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Verão, Corpos e Prazeres



Verão, Corpos e Prazeres


 Por Carolina Gonçalves de Freitas Fonseca
Mestre em Psicologia, Psicóloga, Sexóloga, especialista em Educação Sexual
 Em Artigos sobre Sexo – Projeto Ambsex (ambsex.com.br)
Realiza atendimentos online no Portal SEXOSEMDUVIDA.com

Fim de ano, chegada do verão, estação em que no Brasil, país tropical, os corpos apresentam-se expostos. Talvez seja, então, uma boa época para pensarmos se a busca desenfreada por um corpo perfeito interfere no desejo sexual da mulher.

Uma das grandes preocupações de hoje é emagrecer. E, para atingir a meta estabelecida pela mídia e pelo mundo da moda – corpo perfeito, magro e malhado (a qualquer custo) – cresce o número de cirurgias plásticas, aquelas que têm por objetivo a reconstituição de uma parte do corpo por razões puramente estéticas e para se adequar ao padrão. E, também os transtornos alimentares. Ou seja, muitas mulheres têm negado seus corpos e, com isto, sua feminilidade.

O mundo contemporâneo oferece muitos produtos ‘mágicos’ – cirurgias instantâneas, dietas milagrosas, medicações infalíveis, exercícios físicos extraordinários – e não tolera a imperfeição, o que dificulta o processo de subjetivação do feminino. Ou seja, a mulher reconhecer-se como tal.

Essa atual valorização de um determinado tipo de corpo feminino – perfeito, magro e malhado – tem ido contra a busca da autonomia da mulher. A procura pela liberdade deve ir em direção a liberação de qualquer opressão, o que inclui não se submeter a um novo tipo de prisão, o aprisionamento dos corpos pela submissão aos modelos.

Será que estar dentro dos estabelecidos padrões de belezas garante uma sexualidade saudável? A cirurgia plástica como instrumento de melhora do corpo e da autoestima é sim importante. Atividade física e alimentação também, como cuidados com o corpo e a busca de uma qualidade de vida. Mulheres que se valorizam, que dão importância as sensações e prazeres para além de sua aparência, são aquelas que tiram de seus corpos todas as delícias e prazeres que desejam ter.

E você? Como vai o seu prazer? Lembre-se, desejar uma aparência harmônica pode sim ser saudável, desde que não sobreponha seus outros desejos.

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Apoio psicológico é fundamental no tratamento de doenças crônicas

 
Hoje o Assunto em Debate no Jornal das 10h da Globo News foi A importância do apoio psicológico no tratamento de Doenças Crônicas.

Importante a visão da não separação de corpo e mente nos cuidados com a saúde. Pois, o somos seres Biológicos / Psicológicos / Sociais / Espirituais. Todos esses "pilares" são importantes no tratamento da saúde física e mental.

Assista aqui - Globo News

Fonte: http://globotv.globo.com/globonews/jornal-globonews/v/apoio-psicologico-pode-ajudar-no-tratamento-de-doencas-cronicas/2891807/

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Homens também podem apresentar dificuldade em ter orgasmos



Homens também podem apresentar dificuldade em ter orgasmos 

Psicólogo descreve as características e possíveis causas do problema, bem como tratamento 

por Marianna Feiteiro

Queixa comum entre as mulheres, a impossibilidade de ter orgasmos é um problema que também pode atingir os homens. Assim como acontece nos casos femininos, a origem da condição é quase sempre psicológica, apesar de poder ser desencadeada por fatores físicos.

O que é orgasmo?

Segundo explica o psicólogo Martinus Christen Koepsel, orgasmo é uma resposta fisiológica natural diante de um estímulo sexual considerado prazeroso pelo homem. “Ele se caracteriza pela ejaculação e pela sensação de alívio da tensão sexual que percorre o corpo todo”, explica.
No entanto, apesar de muitas vezes serem considerados a mesma coisa, o orgasmo e a ejaculação são dois fenômenos distintos, que, em casos raros, podem acontecer separadamente. “É perfeitamente possível que um ocorra sem o outro. Porém, habitualmente, a ejaculação é acompanhada do orgasmo e vice-versa”, afirma o especialista.

Transtorno do Orgasmo Masculino

Quando o homem não consegue gozar durante a penetração, ele apresenta um Transtorno do Orgasmo Masculino chamado de anorgasmia masculina. A condição é rara e se caracteriza pela impossibilidade de obter a sensação de alívio da tensão sexual inerente ao orgasmo (quando há a contração e relaxamento muscular) mesmo havendo ejaculação. “Em outras palavras, é como se a ejaculação acontecesse sem a característica prazerosa”, descreve o psicólogo.

Outro transtorno que pode acometer o homem é a ejaculação retardada, ou ejaculação inibida. Nele, o homem até consegue atingir o orgasmo, porém só após uma intensa e prolongada estimulação oral ou manual e muito dificilmente através da penetração. “Nessa condição, o homem frequentemente extrapola o tempo considerado satisfatório pelo casal para chegar à ejaculação”, explica Martinus. Em alguns casos, o homem não chega a ejacular.

Em ambos os quadros, o transtorno ocorre durante o ato sexual. “Alguns homens afirmam que conseguiriam chegar ao orgasmo mais facilmente se masturbados pela companheira, mas não com a penetração. Já na masturbação individual, o desenvolvimento da excitação e da ejaculação é satisfatório para o sujeito. Isso não significa que não haja problemas na masturbação, apenas que ele é pouco significativo se comparado ao desempenho do homem durante um relacionamento sexual”, esclarece o profissional.

Causas e tratamento

Alguns medicamentos podem levar ao retardamento da ejaculação e à diminuição do desejo sexual e do prazer. Cirurgias urológicas e neurológicas, cardiopatias, doenças vasculares e diabetes também podem estar associados à disfunção.

Porém, segundo o especialista, o problema de saúde não pode ser considerado a única causa do transtorno. “O fator psicológico é muito importante, talvez o principal. É muito comum que homens saudáveis acreditem, inicialmente, que a condição tem a ver com algum distúrbio orgânico e busquem desesperadamente um medicamento que acabe com o problema”, diz. “Os remédios podem ajudar. Entretanto, a combinação entre o tratamento medicamentoso e psicoterápico é o que demonstra melhores resultados”, completa.

O homem que vivenciou algum tipo de distúrbio sexual deve procurar um urologista para investigar a origem do problema. Se for o caso, ele será encaminhado para um psicoterapeuta, que fará um tratamento paralelo. “A psicoterapia sexual ainda é o modo mais efetivo para tratar disfunções dessa natureza”, afirma Martinus.

Parceiras: como agir?

É essencial que a companheira diga abertamente o que sente ao companheiro, porém, tomando o cuidado de adotar uma postura compreensiva e de se colocar à disposição para ajudar. “Muitas delas escondem de seus namorados ou maridos o profundo descontentamento e cansaço que sentem, pois têm medo de magoá-los. Da mesma forma, muitas têm o pensamento de incompetência por acharem que são responsáveis pelo problema”, revela o psicólogo.

Segundo ele, o comportamento ativo do casal é importante para o sucesso do tratamento. De acordo com cada caso, o psicoterapeuta pode sugerir recursos a serem realizados em casa que podem ajudar na superação do problema.

Se o distúrbio não for tratado, pode levar a uma vida conjugal insatisfatória para ambos. O homem casado que apresenta transtorno do orgasmo pode passar a evitar o sexo ou praticá-lo de forma desmotivada, enquanto o homem solteiro pode evitar sair com mulheres para não iniciar um contato sexual frustrante. Depressão e ansiedade também estão correlacionados ao problema.

http://www.bolsademulher.com/sexo/homens-tambem-podem-apresentar-dificuldade-em-ter-orgasmos/

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Conheça as consequências da mastectomia na vida da mulher.




Conheça as consequências da mastectomia na vida da mulher.



 O câncer de mama é o segundo tipo mais frequente no mundo e é o mais comum entre as mulheres, de acordo com as informações do Instituto Nacional do Câncer (Inca).

O psicólogo Marlon Mattedi, especialista em sexualidade, explica que o tumor é um dos mais que afeta a autoestima feminina e que com a retirada do seio (mastectomia) a mulher se sente menos atraente, afetando o seu lado sedutor.

Em entrevista para o programa “Bom Dia Gazeta”, Marlon Mattedi explicou como a doença afeta não só a mulher, mas também toda a família e em especial ao companheiro.

Marlon Mattedi -  Psicólogo Especialista em Sexualidade Humana
Realiza atendimentos Online no Portal SEXOSEMDÚVIDA.com


Fonte: Rádio Gazeta de São Paulo - http://www.gazetaam.com/?p=18054